Quinta-feira, 01.09.11

Festival Didgeridoo FATT 2011

 

 

 

 

Bom dia caros visitantes do "Marafações de uma Louletana".

 

De 1 a 3 de Setembro, a Associação Portuguesa de Didgeridoo volta a organizar o Festival de Didgeridoo – FATT 2011. Este evento será a 9ª edição e mantêm o Didgeridoo como cerne deste evento, assim como as culturas do mundo, principalmente a cultura Yolŋu – Aborígene Australiana.

Será novamente na Aldeia do Ameixial, concelho de Loulé.

A edição anterior foi considerada um dos melhores eventos de Didgeridoo da Europa, os objectivos foram superados e as criticas do público foram óptimas.

A abertura do festival decorrerá a 1 de Setembro à noite com performances de fogo de Mark Juggler ( Crowlin Circus ) e jam sessions. As principais actuações serão no dia 2 e 3. Além dos concertos o evento é repleto de master-class, workshops e outras actividades para todo o público, dinamizadas por excelentes professores e monitores, para quem deseja aprofundar conhecimentos em diversas áreas.

No recinto do festival terá artesanato local e internacional, destacando a venda de vários instrumentos.  Com o objectivo de continuar a oferecer a melhor qualidade aos nossos visitantes, o recinto do evento foi melhorado e o parque de campismo terá mais condições para oferecer.

 

Nota:

 

1. Para quem não sabe o que é o Didgeridoo:

 

Didgeridoo é um instrumento musical de sopro, consistindo de um tubo oco, geralmente de madeira. Normalmente tem forma cilíndrica ou cónica, de comprimento variável. O som varia conforme o tipo de material, comprimento, espessura, diâmetro, forma e técnica de tocar. Funciona como um amplificador, mas também altera os sons provocados pelos lábios, língua cordas vocais, bochechas, palato, glote, diafragma, etc. São incontáveis as variações sonoras que podem ser criadas. 
Pode ser construído a partir de vários materiais como: bambu, madeira, agave, tubo de PVC, vidro, plástico, papelão, couro, cerâmica, etc. Pode ser feito de qualquer material que possa, natural ou artificialmente, tornar-se um tubo rígido. O Povo Yolngu utiliza tradicionalmente o eucalipto, visto que existem térmitas que tornam naturalmente ocas estas árvores. Este fenómeno existe apenas em algumas regiões da Austrália com um ecossistema particular.

Uma das lendas que contam a Origem do Didgeridoo:
"No início, tudo era frio e escuro. Bur Buk Boon ia preparar madeiras para o fogo, a fim de levar a protecção do calor e da luz para a sua família. Ao procurar madeira para a fogueira, Bur Buk Boon reparou num tronco oco e uma família de térmitas que o ocupava. Como não queria ferir as térmitas, Bur Buk Boon soprou para o interior do tronco. As térmitas foram lançadas em direcção ao céu nocturno, tornando-se nas primeiras estrelas a iluminar a paisagem. É devido ao movimento arqueado de Bur Buk Boon que distinguimos hoje a Via Láctea. Foi esta a primeira vez que o som Didgeridoo abençoou a Mãe Terra, protegendo-a com este som vibrante para a Eternidade..."

Acredita-se que o Povo Yolngu é a mais antiga das culturas existentes actualmente. Ainda hoje transmitem cuidadosamente algumas das suas tradições mais ancestrais, em geral sob a forma de canções e histórias. Muitas destas são acompanhadas por um Didgeridoo, que não só serve como acompanhamento musical, mas que transmite ainda uma camada adicional de significado aos rituais em que se utiliza.

A maioria dos estudiosos do assunto considera que a palavra "Didgeridoo" é uma onomatopeia (palavra cuja pronúncia imita o som natural da coisa significada), inventada por ocidentais. Mas alguns consideram possível que seja uma derivação de duas palavras irlandesas: dúdaire ou dúidire, que tem vários significados, como "corneteiro", "fumante inveterado", "soprador", "pescoçudo", "abelhudo", "aquele que cantarola", "cantor de canções populares com voz macia e aveludada", e a palavra dubh, que significa "negro", ou duth, que significa "nativo".

Na Austrália, há pelo menos 45 sinónimos para o nome Didgeridoo, dependendo da tribo ou da região. Estão entre esses sinónimos: bambu, bombo, kambu e pampuu, todos directamente se referindo a bambu, o que indica, entre outros estudos, que os primeiros Didgeridoos eram feitos de bambu. Há outros sinónimos que, na linguagem dos aborígenes, também têm alguma relação com bambu: mago, garnbak, illpirra, martba, jiragi, yiraki e yidaki, sendo esses dois últimos os nomes mais usados para Didgeridoo pelos aborígenes australianos.

A palavra ocidental Didgeridoo, sendo uma onomatopeia, pode ser escrita de diversas formas: didjeridu, didjeridoo, didgeridu, bem como as formas abreviadas didge, didj, didg...
Os povos Aborígenes utilizam diversos nomes específicos para cada tribo, clã ou região, tais como: yidaki, yedaki, yiraki, yiraga, yili-yiki, ulpirra, ilpirra, uluburu, kanbi, ganbi, ganbag, djalupi, djalupun, gunbark, mako, larwah, aritjuda, gurrmurr, lidding, džalubbu, ngorla, morlo, wuyimbarl, morle, dawurr, eboro, gurulung, kalumbu, yiraka, aritjuda, o-mol, garnbak, martba, jiragi, ngarrriralkpwina, yirtakki, wuyimba, artawirr, djibolu, martba, kurmur, ngaribi, paampu, bambu, entre outros.

 



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Sábado, 02.07.11

Ilustres Louletanos (XI) - Maria Campina

 

 

Bom dia caros visitantes do "Marafações de uma Louletana".

 

Hoje falamos de Maria Campina:

 

Maria Campina de Sousa Pereira nasceu em Loulé, em 18 de Janeiro de 1914. Esta pianista, uma das mais talentosas da Europa de todos os tempos, concluiu o seu curso superior de piano do Conservatório Nacional, onde foi aluna de grandes mestres, entre os quais os extraordinários maestros portugueses Varela Cid e Luís de Freitas Branco, em 1935, com a classificação de 20 valores. 

Enquanto frequentou aquele Conservatório, Maria Campina foi premiada com todos os galardões para os melhores alunos, incluindo o 1º prémio do Conservatório Nacional, nunca alcançado por qualquer outro aluno daquele estabelecimento de ensino. 

Estreou-se em Lisboa naquele mesmo ano, num concerto na Casa do Algarve e fez questão de que o segundo fosse dado na sua terra natal, pouco tempo depois, no dia 8 de Agosto. 

Em 1939, com 25 anos, já casada, Maria Campina começou a leccionar como professora de piano num colégio de Lisboa. É nessa época que Maria Campina ganha consolidação da sua carreira. 

A Emissora Nacional tinha dois serviços e a estação de “Lisboa2”, com uma programação cultural e científica, emitia, diariamente, concertos de música clássica e ópera. Além disso, a estação tinha a sua própria Orquestra Sinfónica, de grande nível. Maria Campina não tinha mãos a medir, quer em récitas individuais, quer integrada ou como solista da Orquestra Sinfónica, que, tal como a outra orquestra da estação oficial, a Orquestra Ligeira, percorria o país de lés a lés.

Mas a pianista não se limitava a dar vida às partituras dos grandes compositores, escrevia também para os jornais, proferia conferências, interessava-se pela vida cultural do país. 

Em 1949, Maria Campina decidiu participar num concurso internacional na Áustria, pátria de grandes músicos e intérpretes. No Mozarteum de Salzburgo, iria ombrear com quinze dos maiores pianistas mundiais do seu tempo. Interpretou obras de Mozart e de Johan Sebastian Bach e o júri, por unanimidade, o que raramente se voltou a repetir, declarou-a vencedora. Toda a Europa, América do Sul e África puderam, então, escutar a magia das suas interpretações.

Maria Campina criou, por essa altura, na Academia de Música do Funchal, a disciplina de Iniciação Musical, mostrando, deste modo, a sua sensibilidade pedagógica e visão para as carências educativas da escola, em Portugal. 

Já em Lisboa, alguns anos mais tarde, em1962, a pianista algarvia abraçava convictamente a ideia da criação de um conservatório na região do Algarve. Em 1972, Maria Campina pôde, finalmente, ainda em casa emprestada, receber os primeiros alunos do «seu» Conservatório Regional do Algarve. Durante os doze anos que se seguiram, a pianista louletana pôde dar largas ao seu sonho, formando crianças e jovens algarvios.

Galardoada, em 1979, com o grau de Comendador da Ordem de Instrução Pública, Maria Campina empenhava-se, então, com o seu marido, Pedro Ruivo, em conseguir apoios para a construção de uma escola de raiz.

Maria Campina faleceu em 27 de Fevereiro de 1984 e seria o seu marido quem veria, finalmente, concretizado o seu sonho: o excelente edifício que alberga hoje o Conservatório Regional Maria Campina, de que todos os algarvios se podem orgulhar.

Em 1994 foi agraciada, a título póstumo, pela Câmara Municipal de Loulé com a Medalha Municipal de Mérito - Grau Ouro.

 

Rabiscado por Lígia Laginha às 09:41 link do post | Comentar | Marafações predilectas
Quinta-feira, 23.06.11

O 2.º dia do MED

 

 

 

Bom dia caros visitantes do "Marafações de uma Louletana".

 

Hoje este blog marafado continua a falar no Festival MED porque por estes dias não se fala noutra coisa em Loulé. Assim sendo, aqui fica o programa musical de hoje:

 

23 de Junho de 2011

19:30 Josué Nunes
Palco Igreja Matriz
20:30 Toca Tintas
Palco Arco
21:00 Godai Project
Palco Bica
21:30 The Gilbert's Feed Band
Palco Castelo
21:45 Sean Riley & The Slowriders
Palco Cerca
22.00 Outorga
Palco Arco
22:45 SEUN KUTI & EGYPT 80
Palco Matriz
23:00 Mudo As Maria
Palco Bica
23:30 Os Golpes
Palco Castelo
00:00 MAGNIFICO
Palco Cerca

 

Quanto à animação essa é diária e já a referi no post de ontem.

 

Nota:

 

1. A marafada recorda também que hoje é noite de Marchas Populares em Quarteira. Outra opção para quem já foi ou não tenciona ir espreitar o MED.

 

Rabiscado por Lígia Laginha às 07:28 link do post | Comentar | Marafações predilectas
Sábado, 21.05.11

Parabéns "Música Nova"

 

Bom dia caros visitantes do "Marafações de uma Louletana".

 

Hoje este blog marafado decidiu homenagear a aniversariante "Sociedade Filarmónica Artistas de Minerva", vulgo "Música Nova". 

Esta banda de música prefaz hoje o seu 135.º aniversário, assinalando a importante data com a realização de um concerto que inclui a cerimónia de entrada de sete novos elementos formados na sua escola. Este concerto ocorre hoje, no Cine-Teatro Louletano, pelas 16:00.

 

Resta agora falar um pouco sobre a Sociedade Filarmónica Artistas de Minerva:

 

A Banda da Sociedade Filarmónica Artistas de Minerva foi fundada no dia 21 de Maio de 1876.

Nasceu da Divisão da Sociedade Filarmónica de Loulé devido a um período conturbado da política local marcado por desavenças entre o partido “Progressista” e o partido “Regenerador”.

Por derivar de uma Filarmónica já existente, a Sociedade Filarmónica artistas de Minerva começou a ser apelidada de “Música Nova”.

O seu primeiro maestro foi o Dr. António Galvão, proprietário do solar onde a Filarmónica esteve instalada na década de 90.

Sem interromper a sua actividade, esta Filarmónica teve o seu período áureo entre 1985 e 1908, altura em que era regida pelo Maestro Joaquim Pires.

Na actualidade a Filarmónica Artistas de Minerva é subsidiada pela Câmara Municipal e mantém-se estável e activa tendo como regente José Lúcio Branco.

Durante a sua longa existência ganhou alguns prémios dos quais se destacam:

- 1.º Prémio do Certame Musical realizado em Silves em 6/10/1895;

- 1.º e 2.º Prémios do Certame Musical realizado em Faro em 22/6/1908;

 - Medalha de Cobre do 2.º Congresso da F.S. Educação e Recreio;

- Diploma de Medalha de Ouro de Instrução e Arte da F.P. Colectividades de Cultura e Recreio;

- Diploma de Mérito associativo pelos 114 anos de existência efectiva atribuído pela F. P. Colectividades de Cultura e Recreio;

- Medalha de Mérito Municipal (Grau Prata) pela Câmara Municipal de Loulé em Maio de 1993.

Participa regularmente em Festivais de Bandas Filarmónicas em Portugal e Espanha.
Organiza anualmente o Certame Musical " Ciclo de Bandas de Música-Municipío de Loulé ", vários Master Class, concertos de Orquestras Sinfónicas, concertos de Bandas Militares e concertos com outros Grupos de Música.
A sua Escola de Música funciona de 2ª a 6ª Feira com 3 monitores nas Disciplinas de Instrumentos de Sopro, Percussão, Formação Musical e Classes de Conjunto, sendo a sua frequência gratuita.
É geminada com a Banda de la Escuela de Música de Punta Umbria (Huelva).
É composta por 48 músicos de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 08 e os 64 anos. 

 

Nota:

 

1. Para saber mais sobre a História desta Filarmónica e de outras existentes no País podem consultar as obras de Pedro de Freitas, ilustre louletano, músico entre outras coisas, que estudou esta questão e escreveu sobre ela.

 

2. Parabéns Música Nova!

A louletana está:
Cantiga: Hino da Música Nova
Rabiscado por Lígia Laginha às 09:53 link do post | Comentar | Marafações predilectas
Sábado, 14.05.11

O Grupo Folclórico da Casa do Povo de Alte

 

 

Bom dia caros visitantes do "Marafações de uma Louletana".

 

Hoje o post será dedicado a uma das Freguesias mais importantes do nosso Concelho, Alte, nomeadamente ao Grupo Folclórico da Casa do Povo da mesma Freguesia. Alte é uma das aldeias mais rústicas de Portugal e um atrativo não só para louletanos como para turistas provenientes das mais diversas terras e terrinhas.

O Folclore é também um simbolo da nossa cultura e os Grupos Folclóricos ilustres representantes da nossa etnografia e das nossas tradições.

 

Assim sendo:

 

O Grupo Folclórico da Casa do Povo de Alte foi fundado em Outubro de 1938 durante a realização de um concurso etnográfico ao nível nacional: o “Concurso das aldeias mais portuguesas”.

Foi seu fundador, entre os altenses, José Cavaco Vieira, que dirigiu este Grupo durante vários anos.

Desde da sua fundação, o Grupo Folclórico da Casa do Povo de Alte tem participadoem diversos FestivaisNacionaise Internacionais de Folclore e nas mais variadas festas de cariz etnográfico e cultural. Fez também parte de vários Congressos de Etnografia em Lisboa e na Região Autónoma dos Açores.

Fora do País, este Grupo esteve em Madrid no ano de 1949 participando no Concurso Internacional de Danças e Canções Populares, obtendo neste a Medalha e Diploma de Alto Mérito Etnográfico. Participou igualmente nas Festas de Ayamonte e representou o Algarve na Feira Internacional de Turismo,em Madrid. Recebeuo primeiro prémio num Festival Nacional de Folclore e tem sido galardoado ao longo da sua existência com diversas medalhas e taças.

Em 1994, o Grupo Folclórico da Casa do Povo de Alte foi agraciado com a Medalha Municipal de Mérito Grau Ouro.

Do seu reportório fazem parte os bailes de roda simples com pares no meio, cadeados, despiques, baile mandado, topes, marcadinhas, corridinhos, etc.

Os instrumentos musicais utilizados são geralmente o acordeão, os ferrinhos, a “gaita de beiços” e as castanholas.

Os seus trajes são Domingueiros e de Cerimónia, visto que o Grupo Folclórico da Casa do Povo de Alte recria o tradicional casamento camponês na sua Aldeia, nomeadamente no dia 1 de Maio de cada ano.

 

Nota:

 

1. Esta informação é só um cheirinho do muito que há a saber sobre Alte e os seus atributos. Por isso, a marafada aconselha a visita a essa terra fantástica e o contacto real com uma das aldeis mais portuguesas de Portugal.

 

A louletana está:
Cantiga: Corridinho
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Domingo, 24.04.11

O Hino da Nossa Senhora da Piedade

 

 

 

Bom dia caríssimos visitantes do “Marafações de uma Louletana”.


Como já foi referido neste blog hoje, Domingo de Páscoa, tem lugar em Loulé uma das mais importantes festividades do nosso concelho. A Festa Pequena em Honra da Nossa Senhora da Piedade ou Mãe Soberana para os louletanos. A nossa padroeira “desce” o cerro para durante uma quinzena ficar na Igreja de São Francisco e ser visitada pelos seus fieis. Depois regressa à sua morada na Festa Grande, festa que atrai a Loulé grande número de pessoas, algumas devotas, outras meramente visitantes curiosos por conhecer a maior festa religiosa a sul do Tejo.


Como a marafada louletana também já referiu a música, nomeadamente executada pela Banda Filarmónica Artistas de Minerva, é parte integrante e indispensável desta festa. E a música que se ouve entre brados de “Viva à Mãe Soberana” é a marcha ou hino da Nossa Senhora da Piedade que foi composto por Manuel Martins Campina em 1866. De seguida aqui fica a letra que muitos sabem de cor e gostam de cantar em homenagem da “mãe” de todos os louletanos.

 

 

 

 

 

Hino da Nossa Senhora da Piedade


Ó doce Mãe da Piedade,

Ó Maria Imaculada

Sede para sábio e rude

A nossa mãe muito amada

Sede a nossa Protectora,

Ó doce Virgem Maria.

Sede a Rainha, Senhora,

Da nossa terra algarvia.

Sede a nossa Mãe Soberana.

Nossa esperança, amparo e luz.

Sede a Guia carinhosa

Que pobres e cegos conduz.

Terra de Santa Maria,

Ó bendita Mãe de Deus,

Todo o povo em vós confia.

No mar, na terra e nos céus.

 

Notas:


1. A louletana marafada aconselha a vinda a Loulé por alturas da Festa Pequena ou Festa Grande em honra da Nossa Senhora da Piedade por estas serem festividades únicas em que a fé e a devoção se unem ao espírito profano e à alegria do povo.

 

2. E VIVA À MÃE SOBERANA!

A louletana está:
Cantiga: Hino da Mãe Soberana
Rabiscado por Lígia Laginha às 07:16 link do post | Comentar | Marafações predilectas

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